Sou o Profº Sérgio, Missionário e estudioso da Teologia. Neste Blog, compartilho reflexões bíblicas, pastorais e evangelísticas que expressam minha fé em Jesus Cristo e meu desejo de tornar a Palavra de Deus próxima da vida cotidiana. Escrevo para pessoas de todas as idades, buscando fortalecer a fé, renovar a esperança e inspirar uma vida cristã fundamentada no amor, na graça e nos ensinamentos de Jesus.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Há um Deus que é Eterno
As pessoas esqueçem que há um Deus, único e eterno, o criador de todas as coisas que existem no universo. Pode-se negar a sua existência ou pode-se até provar pela fé que ele vive, o Deus invisível, mas presente na vida daqueles que acreditam.
Mas, quer o homem pós-moderno acredite ou não, Ele é Deus. O mundo passará, mas Deus subsistirá eternamente, porque Ele é Deus e não há outro.
O grande mal da humanidade no século XXI é pensar que domina o conhecimento da ciência, da vida e da tecnologia. O amor tem esfriado e o calor das guerras, do terrorismo, das tragédias têm se alastrado por todo o mundo. É o distanciamento do homem de Deus que tem resultado nesse esfriamento. Deus é amor, quando amamos estamos nos aproximando de Deus.
Há um Deus que é Eterno que vive e que deseja que o homem o encontre. Buscando a Deus o encontraremos, porque Ele está presente em todos os momentos de nossas vidas.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Dada a largada a reitoria da UFPB
Em época de campanha, qualquer conquista é motivo para buscar os bônus, a fim de conquistar uma promessa de voto. Mas, os que fazem a UFPB sabem pensar e discernir quem está apenas querendo se aproveitar do momento para estar na mídia.
O certo, amigo leitor, é que teremos uma disputa em 2008 muito acirrada entre os prováveis candidatos que já estão manifestando suas intenções ao pleito. Eu, antecipadamente, já sei quem apoiarei e a UFPB também sabe pensar e escolher o melhor.
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Acabar em PIZZA
Hoje, 13/09, depois de todos esses acontecimentos de grande repercussão nacional, nos sentimos mais convencidos de que falta a essa República tupiniquim, pelo menos diante dos nosso parlamentares, punidade, seriedade, compromisso e respeito a ética e aos valores que constituem uma sociedade desenvolvida.
Infelizmente, teremos que conviver com esses acontecimentos por algum tempo, até quem sabe, a próxima eleição, se soubermos valorizar nosso voto como cidadãos e eleitores inteligentes. Do contrário, viveremos comendo pizza até morrer.
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
O cristianismo da pós-modernidade
Vivemos uma época em que o poder econômico, político e tecnológico tem estado tão presente em nosso cotidiano, que nos esquecemos da existência do próximo e só olhamos para nós mesmos. É a busca sem limites em conquistar nosso espaço e se destacar. Muitas vezes, as pessoas passam por cima das outras, "sai da frente, porque eu estou passando!".Nessa corrida louca e egoísta, muitos estão vestidos com roupas de "santidade" ou de "piedade" e se mostram cristãos ou religiosos perante a sociedade. É assim que se revela o cristianismo da pós-modernidade. O cristianismo da religiosidade desprovido da essência do evangelho de Cristo. E qual é a essência do evangelho? Um vida de fé, amor e obediciência aos ensinamentos de Jesus Cristo.
A pós-modernidade esfriou o amor, aniquilou a fé e propagou a rebeldia contra Deus. Não encontramos mais quem faça o bem, exceto quando há interesses. E o resultado desse caótico estado que se encontra a humanidade neste presente século são: guerras, epidemias, desiquilíbrio ecológico, terrorismo e outros males causados pelo esfriamento do amor no coração do homem. A pós-modernidade tem contribuído para o afastamento do homem de Deus e essa realidade não tem volta. Maranata!
domingo, 9 de setembro de 2007
Ciência como vocação
Essa inspiração para ter ideais, não se manifesta quando queremos, mas, também não ocorre sem que antes houvesse algum trabalho de reflexão a respeito. Nesse sentido Max Weber aponta alguma semelhança entre a ciência e a arte, já que o artista precisa antes de tudo, ter idéias criativas para produzir algo. Contudo, há uma diferença importante entre esses dois campos do conhecimento, que é a racionalidade e o empirismo adquirido com o renascimento. A essência da racionalização está na aplicação da técnica com respectiva previsão.
Para entender o significado desses aspectos da ciência para a vida humana, Weber retoma a questão do especialista, ele afirma que, a ciência entrou numa fase de especialização antes desconhecida e que isto continuará. A questão está no fato do que o indivíduo pode adquirir a consciência de que deve realizar algo verdadeiramente perfeito por ser um especialista rigoroso. De fato, somente pela especialização rigorosa o cientista adquiri plena consciência de ter realizado alguma coisa duradoura. Isso exige dedicação íntima à tarefa de fazer ciência e deve elevar o cientista ao auge e à dignidade do assunto a que pretende servir.
Por outro lado, a ciência é dinâmica e pede para ser ultrapassada e superada. Para Weber, quem desejar servir à ciência tem de resignar-se a tal fato. Esse é o destino comum para alguém que se dedica ao conhecimento científico, é a certeza de que jamais pode chegar ao fim. Na realidade, todo progresso da ciência é apenas uma fração do processo de intelectualização ou racionalização, pelo qual estamos passando há milhares de anos. Isto não significa, necessariamente, um conhecimento maior e geral das condições sob as quais vivemos. Significa que esse conhecimento está disponível a qualquer momento, caso quiséssemos acessá-lo. Mas significa, principalmente, que não há forças misteriosas incalculáveis, que podemos interrogar o mundo e o significado das coisas, inclusive o significado de se fazer pesquisa.
Max Weber é um autor refinado no uso dos conceitos. Utiliza-os com a mesma precisão com que o artista emprega as cores. Em seu discurso ele tenta responder algumas indagações com base nas obras de Leão Tolstói e Platão onde retoma com o exemplo do mito da caverna, ressaltando bem a questão de o homem procurar compreender e enxergar a luz do sol e longe da escuridão, onde o sol representaria metaforicamente a razão - com essa comparação é profundamente refletida a epistemologia fundamental para a prática científica consciente, as dificuldades com que o pesquisador se depara.
A burocratização da ciência nas estruturas, a substituição da paixão pela rotina, o surgimento de funcionários do saber, rotinizados e desencantados são alguns dos tantos perigos sobre os quais Weber quis nos advertir. Vale a pena refletir cuidadosamente sobre o significado da ciência como vocação, depois de desaparecidas todas as antigas ilusões? Weber cita Tolstói para responder a essa questão com uma indagação: a ciência não tem sentido porque não responde à nossa pergunta, a única pergunta importante para nós: o que devemos fazer e como devemos viver?
Assim, fazer ciência pela própria fruição do conhecimento, se for por vocação, vale à pena conviver com esse progresso ad infinitum. O significado que a ciência descreve do mundo é explicado por Weber através de diversos saberes: a ciência médica, a ciência natural, a estética, a jurisprudência, as ciências histórica e cultural, a sociologia, economia, ciência política e os tipos de filosofia cultural.
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
A interminável crise do Hospital Universitário Lauro Wanderley
O Hospital Universitário Lauro Wanderley da Universidade Federal da Paraíba, vem ao longo de sua história de valorosa contribuição para a sociedade paraibana, sendo depreciado em sua estrutura física, assistencial e financeira.A crise instalada no HU não é de hoje e parece que não se encontra o fio da meada que vem corroendo o que tínhamos de melhor, em termos de hospital público de caráter assistencial e de formação profissional.
As sucessivas eleições de dirigentes tem colaborado para escolhas que não atendem as expectativas, não só da academia, como também da sociedade que busca os serviços do Hospital. A má escolha de um gestor tem sabor amargo. E para comprometer ainda mais a situação, o governo federal não libera os recursos necessários para manter o hospital em funcionamento pelo menos com o básico da assistência. Embora, os Hospitais Universitários não foram criados para esse fim apenas, mas para atender as complexidades do cuidado a saúde.
A crise continuará, infelizmente, por muitos anos até que uma atitude séria e comprometida com a competência, a honestidade e a responsabilidade social possa mudar essa situação. E não adianta contratar mais funcionários, sem antes fazer um estudo meticuloso das reais necessidade de pessoal. Me parece que está faltando, em relação aos recursos humanos, gerenciamento. Existem muitos servidores com desvio de função, exercendo suas atividades em outros setores da universidade e em outros órgãos governamentais.
Não adianta aqui apontar culpados pela má gestão do serviço público, é preciso reavaliar os processos e procurar colaborar para sairmos de estado permanente de crise.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Hospital Universitário de João Pessoa dispõe de sistema de informação em enfermagem

A Clínica Médica do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW) da Universidade Federal da Paraíba implanta o Sistema de Informação em Enfermagem (SisEnf). O projeto é desenvolvido pelo Professor Sérgio Ribeiro dos Santos do Departamento de Enfermagem -DEMCA, juntamente com alunos do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Cientifica (PIBIC).
O sistema é uma tecnologia desenvolvida com software livre com o objetivo de melhorar a qualidade das informações produzidas pela enfermagem no processo de cuidar do paciente.
Os benefícios para enfermagem são inúmeros e vão desde a facilidade nas prescrições e encaminhamentos até como fonte de pesquisa para estudantes e professores pesquisadores. O mais importante de tudo é custo zero para o hospital e para a enfermagem que tem a oportunidade de melhorar a qualidade dos seus registros que são fundamentais para se avaliar os custos com a internação dos pacientes.
O SisEnf gerencia a assistência de enfermagem, facilitando a sistematização do cuidado de enfermagem e a gestão do serviço de enfermagem, porque ele traz muitas ferramentas úteis para a administração da unidade.
Os testes estão em andamento e o HULW iniciou o desenvolvimento do sistema na Clínica Cirúrgica.
Fonte: Agência de Notícias/ Com informações do SisEnf -http://www.agencia.ufpb.br/vernoticias.php?pk_noticia=3623
domingo, 2 de setembro de 2007
Experiência Lato Sensu na Enfermagem da UFPB
É lamentável que iniciativas dessa natureza tenham sido abortadas pela falta de visão acadêmica e estratégica dos nossos gestores que não buscaram alternativas legais para preservação desses cursos e a capacitação de profissionais para o mercado de trabalho, deixando assim, para as instituições privadas essa responsabilidade para o seu próprio enriquecimento. E aqui ficamos nós de mãos atadas sem poder oferecer os cursos com a grife de qualidade da Universidade Federal da Paraíba. Durma com um barulho desse.
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Quem ganha, quem perde com a greve das universidades
As negociações caminham a passos lentos e intransigentemente de ambas as partes, governo e sindicato. E se não bastasse toda essa agonia causando prejuízo ao Hospital Universitário que está cada vez mais deteriorado temos o nosso direito aviltado de só poder entrar no campus apenas por uma entrada, o CCHLA.
Até onde vai essa intransigência? Até quando suportaremos o descaso da gestão da universidade frente ao poder do sindicato que dita as normas e faz acontecer? Se há alguma luz no final desse túnel caótico em que nos encontramos, eu não sei. E para engrossar ainda mais esse caldo indigesto, os professores estão tentando uma negociação com o MEC, caso não conquistem suas reivindicações também poderão entrar em greve.
É o caminho progressivo que estamos trilhando para o fim da universidade pública, porque os poderosos querem que a greve aconteça para provar a sociedade que essa universidade pública é inviável e que não vale apena investir numa instituição que trabalha tão pouco por causa das constantes greves.
O sinal vermelho de alerta está explodindo. Vamos rever nossos conceitos e valores a respeito da greve. É tempo de novas estratégias de reivindicações para atender as nossas necessidades e o interesse social.
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
I Encontro de Professores de Administração em Enfermagem da Paraíba
Essa proposta surgiu da inquietação de alguns professores da UFPB que ministram a disciplina quanto a relação teoria e prática e os aspectos metodológicos e pedagógicos do ensino da administração. A questão básica é saber como são ministrados os conteúdos da administração? Quais são os métodos de ensino utilizados nas escolas de enfermagem para o ensino da administração?
Portanto, o Encontro possibilitará uma ampla discussão a cerca dessas questões e outras que servirão de reflexão para se estabelecer novas estratégias que contribuam para a melhoria da qualidade do ensino da administração na formação dos profissionais de Enfermagem. Participem, professores e estudantes de graduação, todos são convidados. Mais informações acessem o site do GEPAIE - www.ccs.ufpb.br/gepaie ou pelo telefone (0xx83)3216.7248
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
A falência da saúde
Os problemas com a saúde pública no Brasil são históricos. Entra governo, sai governo e ninguém visualiza uma perspectiva de melhora. Até se criou um imposto provisório para a saúde pública denominado de CPMF que se tornou permanente e, me parece que permanente ainda continuará, por que quando a questão é dinheiro do povo, o governo e os políticos são hábis para aprovar tais medidas. No entanto, nada muda com a saúde que carrega o instigma do mau gerenciamento, da corrupção e do descaso com a cidadania.
O Sistema Único de Saúde - SUS que nasceu de uma mentalidade progressista, através de projeto universalista e igualitário travou frente a política neo-liberal mantida pelo atual governo e pelos mesmos atores sociais que compartilharam da sua elaboração. Agora, eu pergunto, que país é esse que não prioriza o bem-estar social, em termos de saúde, educação e segurança?
Eu só vejo uma solução para o país melhorar as condições de saúde, educação e segurança, "RENOVAÇÃO no palarmento". Precisamos escolher lideranças competentes, honestas, éticas, íntegros e tementes a Deus para alavancar o País para o crescimento sustentável investindo fortemente na saúde , educação e segurança.
Essa renovação é nossa responsabilidade enquanto cidadões e nós precisamos também sermos competentes na escolha, honestos e incorruptíveis quanto o voto, éticos quanto aos valores e tementes a Deus, a fim de não fazermos escolhas erradas, porque os resultados da má escolha está aí para todo mundo ver.
sábado, 18 de agosto de 2007
Deus é fiel
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Projeto de Lei do Senado Nº 26/2007
Veja abaixo o que é que muda na Lei 7.498/1986 com esse projeto:
Art. 1º A Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, passa a vigorar acrescida dos seguintes arts. 23-A e 23-B:
"Art. 23-A A partir de 31 de dezembro de 2017 fica vedada a inscrição de auxiliares e técnicos de enfermagem e de parteiras nos conselhos regionais de enfermagem.
Parágrafo único. Até a data fixada pelo caput, fica assegurado aos inscritos nos conselhos regionais de enfermagem o exercício das atividades de que tratam os artigos 12 e 13.
Art. 23-B A partir de 31 de dezembro de 2017, não mais será concedida a autorização de que trata o caput do art. 23."
Art. 2º Os auxiliares e técnicos de enfermagem e as parteiras, em exercício na data de entrada
O que justifica tal iniciativa? Que interesses têm por detrás dessa medida? É preciso avaliar o caso, se há preocupação com a qualificação e o crescimento profissional da categoria, isso me parece louvável, por outro lado, permaneceremos por mais 10 anos, uma categoria profissional fragmentada e politicamente enfraquecida.
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem
A Enfermagem diante das transformações sócio-culturais, científicas e legais, compreendeu que era chegado o momento de fazer uma profunda reformulação no seu Código de Ética. Tal iniciativa foi liderada pelo COFEN em parceria com os CORENs e uma ampla discussão com a categoria.
O Código está mais moderno, linguagem acessível e compreensível, organizado por assuntos e inclui princípios, direitos, responsabilidades, deveres e proibições pertinentes a conduta ética dos profissionais de Enfermagem.
É um avanço para a Enfermagem que busca continuamente respeitar o compromisso com a saúde e a qualidade de vida da pessoa, família e a sociedade.
Todos os Profissionais devem conhecer seu Código de Ética que está disponível no portal do COFEN ou nos Conselhos Regionais de Enfermagem.
domingo, 12 de agosto de 2007
Liderança no exercício da enfermagem
Para o renomado estudioso da administração Peter DRUCKER,“líderes são o recurso básico e também, o mais escasso de qualquer empresa”. Para gerenciar uma empresa o gerente-líder deve apresentar as seguintes características: a) ser qualificado, capaz de correr riscos e avaliar o planejamento da empresa: b) recorrer às habilidades de liderança com criatividade, para resolver problemas com visão futurista; c) ser receptivo às novas e variadas idéias envolvendo os subordinados quando da elaboração do planejamento, pois se o gerente não tiver as qualidades de liderança ou de administração, o planejamento fracassará.
Liderar é sinônimo de capacidade e diante dos problemas o grupo liderado precisa sentir segurança no líder que, por sua vez, deve ser firme, decidido e capaz de transmitir confiança aos seus subordinados. De fato, não há como negar que alguns já trazem do berço mais capacidade de liderança, em razão de tendências naturais. Por outro lado, o líder também pode ser formado pela experiência, pela ajuda de orientadores e pelas oportunidades.
Na equipe de saúde, todo enfermeiro deve ser um líder e administrador em algum nível, por essa razão o papel da enfermagem requer habilidades de liderança e administração. Portanto, o enfermeiro-líder precisa de motivação para transmitir otimismo a sua equipe; ânimo e reconhecimento são essenciais à atividade de liderança.
Embora, seja comum encontrar enfermeiros queixando-se de salários baixos, escassez de pessoal e falta de apoio dos superiores. É preciso deixar claro que liderar é trabalhar de forma integral e por-se a serviço do outro. Assim, o enfermeiro ao aceitar a função de liderança no hospital ou serviço de saúde deve ter a consciência do contexto em que está se inserindo. O enfermeiro, ao exercer a liderança, enfrenta desafios diários e vive numa luta constante para superar as dificuldades e manter o ânimo forte.