terça-feira, 4 de setembro de 2012

O filho pródigo

Uma das parábolas mais fascinantes narradas por Jesus que impressiona a todos quanto ouvem é a estória do Filho Pródigo ou Perdido -Lucas 15:11-31. Nessa narrativas podemos distinguir duas características distintas, o filho e o Pai. 
O filho representa o homem rebelde, egoísta, amante dos prazeres e de toda concupiscência. Ele disse ao Pai: "quero a minha parte da herança", ou seja, aquilo que lhe pertencia e, ambiciosamente, queria realizar seu projeto de vida longe dos olhos do pai e da sua casa. Mas, um fato nos chama a atenção, é o perfil do Pai, que simboliza o próprio Deus. Aquele pai amava o filho, mas mesmo amando e sofrendo a dor da separação e sabendo dos riscos que a aquele filho iria sofrer, Ele não amarra o filho. Deus é assim: sempre respeita nosso livre arbítrio, Ele nos dá liberdade para fazermos as nossas escolhas. Deus não força ninguém, nem obriga. Deus não é um ditador. Deus não deseja que você o adore por obrigação ou pela força. Deus quer pessoas livres, que o adorem em espírito e em verdade, e somente por amor.
Outro detalhe muito importante, o filho desistiu do pai, mas Deus é um Pai que nunca desiste de seus filhos. Aconteça o que acontecer Ele nos ama e tem cuidado de nós. Então, porque nós desistimos Dele tão facilmente? Por causa da nossa rebeldia e dureza de coração. Quisera tivéssemos uma coração semelhante ao do Pai. Através dessa parábola, percebemos Deus-Pai observando o filho ao longo do caminho e esperançoso, aguarda seu retorno. Este é o nosso Deus-Pai! Você pode até desistir de Deus, mas Deus te ama assim mesmo e nunca desistirá de você!
Quando aquele filho percebeu que a vida nos prepara surpresas inesperadas, caiu em si, tomou consciência de que tomará a decisão errada. Ainda é tempo de cair em si e compreender que nossa vida sem Deus é um risco incalculável. Portanto, em quanto está em tempo, lembra-te do teu criador e volta a casa do Pai. Ele está de braços abertos para ti receber, tal como aquele jovem da parábola. É interessante observar o texto da parábola que quanto o pai viu de longe o filho, cheio de compaixão, Ele correu para abraçá-lo e beijá-lo (Lc15:20). Que amor é esse que excede todo o entendimento, o amor de Deus-Pai.
Deus quer abraçá-lo e beijá-lo também. O Pai não quis nem ouvir as explicações do filho, porque quem volta para Deus é porque se arrependeu e quem se arrepende não tem nada a dizer, pois está justificado em Cristo Jesus, o Senhor. Deus quer te receber como filho e oferecer uma festa nos céus, porque Deus não tem prazer em expor seus filhos à vergonha, a queda, ao fracasso. Ele é um Deus de amor, de Graça e de Misericórdia.  

domingo, 2 de setembro de 2012

Buscando a Paz

"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou..." Jo 14:27
Muitas pessoas tem procurado paz em diversos lugares, coisas e até em seu semelhante, mas não tem encontrado a paz que excede a todo entendimento. 
A paz é algo desejável por todos e pode ser definida como um estado de calma ou tranquilidade, uma ausência de pertubações ou agitações que incomoda, estressa e preocupa demasiadamente. Onde existe paz, há quietude, harmonia, equilíbrio, segurança, confiança, esperança e descanso. Essas coisas não se encontram facilmente num mundo tão sem paz em que vivemos, onde a violência, a falta de amor, o egoísmo e a maldade reinam em todos os lugares. Na verdade, há uma premissa bíblica que diz: "Sabemos que somos de Deus e que todo o mundo está no maligno" 1Jo 5:19. Então, como pode o mundo viver em paz, se o mesmo está no maligno? Onde reina a maldade não há paz. O mal por si só se destrói, mas fiel é o Senhor que apesar de toda circunstância que cerca a humanidade, Ele nos diz: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou...". Quem crê e recebe Jesus como Senhor e Salvador, esse tem a paz. Não importa o que possa acontecer a sua volta, a paz do Senhor é algo tão especial que muda nossa semblante e nos transforma interiormente, de tal forma, que somos capazes de sentir o consolo do Senhor mesmo diante das turbulências da vida, somos mais que vencedores, porque Ele venceu o mundo.
A paz do Senhor nos capacita a amar o semelhante, a liberar perdão, a sermos mais humildes e a servimos uns aos outros. Não adianta buscar a paz em coisas vãs, pois elas não trazem a solução, só em Jesus a paz verdadeira podemos encontrar e desfrutar do seu eterno amor. Só Deus, o único e verdadeiro, e Jesus Cristo, a quem veio ao mundo se revelar filho do Deus Altíssimo para nos fazer amigos de Deus e termos a PAZ que excede todo entendimento, ou seja, para os que crêem. 

sábado, 1 de setembro de 2012

Confiar em Deus

"Entrega o teu caminho ao Senhor; confia Nele, e o mais Ele fará. Sl 37:5. 
A maior alegria que uma pessoa pode sentir na vida é ter a certeza de que Deus é o seu Senhor e Nele pode esperar e confiar, porque Ele é poderoso para fazer muito mais do que pedimos ou pensamos.
O homem que se deleita na presença de Deus é feliz e Deus concederá os desejos do seu coração. Não existe nada mais precioso do que Deus na vida do homem. Porém, o maior castigo que pode existir, é viver sem Deus, distante da sua graça e do seu amor. Viver separado de Deus nesta vida é algo muito triste e terrível, principalmente, porque essa vida presente é temporária, é passageira, é rápida e termina subitamente como uma vela ao sopro do vento inconstante. Depois, vem a eternidade e, coisa tremendamente horrível será vivê-la sem Deus, sem Jesus, sem Luz para sempre.
Por isso, enquanto houver um sopro de vida, devemos buscar a Deus e certamente o acharemos. "Assim diz o Senhor que fez a terra, o Senhor que a formou e a firmou; seu nome é Senhor; Clame a mim e eu reponderei e lhe direi coisas grandiosas e insondáveis que você não conhece." Jr 33:2-3. 
Deus se importa por cada vida humana, Ele quer se revelar e se fazer conhecer a todos aqueles que o buscam. Essa é a oportunidade que nos é dada. Ainda estamos vivendo na era da Graça e da salvação para todo aquele que Nele crê. Se hoje ouvires as palavras do Senhor, através da Bíblia ou do pregador, não endureça o seu coração, mas lembre-se que você é humano e carece da Graça e do perdão de Deus, por causa da sua rebeldia e esquecimento da existência de Deus que sempre esteve presente em sua vida, mas você sempre ignorava sua presença e o seu amor. Será que você não vai aprender a lição e obedecer as palavras do Senhor para obter vida e vida em abundância? 
Portanto, converta-se da sua má conduta e olhe para Deus, enquanto ainda há tempo, pois é chegada hora em que a chama da vela (sua vida) poderá se apagar a qualquer momento. Bom é estar com o Senhor agora e para sempre.

sábado, 25 de agosto de 2012

Filiação Divina

Há um ditado popular que diz o seguinte: "todos nós somos filhos de Deus". Mas, será mesmo que todos são filhos de Deus? Qual é a sua filiação? Na época de Jesus suscitou um debate entre Jesus e os seus opositores sobre a filiação Dele e dos Judeus, que se consideravam filhos de Abraão. Jesus foi taxativo ao afirmar: "Se Deus fosse o Pai de vocês, vocês me amariam, pois eu vim de Deus e agora estou aqui". Jo 8:42. Essas palavras de Jesus são claras, os filhos de Deus são todos aqueles que amam a Jesus. "Aquele que pertence a Deus ouve o que Deus diz" Jo 8:47. Portanto, nem todo aquele que diz "sou filho de Deus", verdadeiramente, é um filho de Deus. Ora, se somos filhos de Deus, não somos uma "coisa", um objeto, mas somos alguém diferenciado. Temos o privilégio de pertencer a família de Deus, de ouvir a sua voz, de reconhecer a sua palavra, de orar e ter a certeza de que nosso Pai ouve e nos ajuda em nossa caminhada neste mundo.
É preciso ter essa consciência da nossa filiação divina e assumirmos o caráter de Cristo, a esperança da Glória. Isso faz toda a diferença. A nossa relação de filho é algo muito especial, porque Deus nos ama, nos acolhe, nos concede graça e paz. Agora, temos acesso direto ao Pai, na condição de filho e podemos conversar com Ele, em oração e, através da fé, termos a confiança de que Deus suprirá as nossas necessidade em Cristo Jesus. Não há temor, nem insegurança, mas determinação e fé de que estamos agindo para cumprir o propósito daquele que nos chamou para sermos seus filhos amados. 
Portanto, temos um Pai que nos ama e que quer revelar-se a nós, através da sua palavra e de  uma intensa experiência pessoal. A partir dessa intimidade de filiação, podemos falar em oração: "Pai nosso"! 

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Aumento do PIB para educação

A Câmara do Deputados aprovou anteontem um aumento no investimento da educação brasileira para 10% do Produto Interno Bruto (PIB), dentro do Plano Nacional de Educação (PNE), em Comissão Especial. O que nos chama atenção é o fato de que o governo brasileiro ainda não investe 7% do PIB, aliás o setor só recebe 5,1%. E os senhores deputados ainda deram pulos de alegria, gritos e cantaram o Hino Nacional. Tanta demagogia e hipocrisia!
Na realidade, o Brasil é o país que menos gasta com educação. Em 2007, o total do PIB investido em educação chegou a 3,9%, segundo o relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), enquanto os Estados Unidos gastam em educação 7,4% do PIB, Dinamarca e Luxemburgo  7,2% do PIB. Vários países na Europa e alguns da América do Sul, ao exemplo do Chile, aumentaram seus investimentos em educação.
Então, há alguma coisa errada em aumentar os investimentos em educação no Brasil? Sim. Porque, o Brasil ainda não investe o que devia em educação e porque não investe? Porque falta GESTÃO e vontade política. O grande problema do Brasil é a sua incapacidade de gerir os recursos financeiros de forma planejada, equilibrada e HONESTAMENTE. O flagelo que corrói a gestão pública chama-se CORRUPÇÃO. Não adianta querer mostrar que é bonzinho, aprovando medidas de gastos públicos de forma irresponsável apenas para agradar aos leitores e ganhar votos nas próximas eleições. 
A educação precisa de investimentos e de gestão para que esses recursos cheguem a promover as mudanças que a sociedade espera: melhoria na qualidade do ensino fundamental, médio e superior, em termos de estrutura e instalações, ampliação de vagas, condições de trabalho dos professores, remuneração com plano de cargo e salário, entre outras medidas. 
É importante lembrar que vários setores da educação estão em greve, inclusive as universidades, e os senhores deputados não estão sensibilizados para resolver o problema e o governo não toma uma atitude para apresentar uma solução. 
Esse é o país em que vivemos, um país de faz de conta, faz de conta que o PIB para educação é 5% ou 7% ou 10% e ficamos todos vivendo no imaginário mundo da fantasia, "me engana que eu gosto". É lamentável, a falta de seriedade e compromisso que algumas autoridades têm para como o serviço público.
Se vai melhora a educação nos próximos 10 anos, quem viver verá.   

sexta-feira, 8 de junho de 2012

PSF: análise a partir das crenças dos seus prestadores de serviço

OLIVEIRA, S.F.; ALBUQUERQUE, F.J.B. Programa de Saúde da Família: uma análise a partir das crenças dos seus prestadores de serviço. Psicologia & Sociedade, v. 29, n. 2, p. 237-246, 2008.
O presente estudo procurou avaliar qualitativamente o PSF, a partir das crenças dos profissionais da equipe de saúde da família. Foram selecionados cinco unidades de saúde família e 30 profissionais escolhidos para serem entrevistados. O método utilizado foi a análise de conteúdo. Os participantes demonstraram que há uma avaliação negativa do PSF no tocante às condições de trabalho fornecidos pelos gestores, ao deficitário sistema de referência e contra-referência, a falta ou insuficiência de capacitações, a sobrecarga de trabalho e a falta de compreensão da população sobre o PSF. Leiam o texto e façam seus comentários.

A quem interessa a relação médico-paciente?

FERNANDES, J.C.L. A quem interessa a relação médico-paciente? Cad. Saúde Públi., Rio de Janeiro, v. 9, n. 1, p.21-27, jan/mar, 1993.
A relação médico-paciente é parte integrante do cotidiano de milhares de profissionais. O autor explica que é necessário investigar como está relacionada o conhecimento médico e a relação mais geral entre medicina e sociedade. Tal relação, da forma como foi estabelecida, é um instrumento de difusão e manutenção do poder do Estado e da instituição médica sobre a sociedade. Para transformar esta prática, o autor discorre duas abordagens: os campos hospitalar e extra-hospitalar.  Leiam o texto e façam seus comentários.

Ensino e Serviços de Saúde

O Capítulo X do livro de Sociologia da Saúde trata do ensino e serviços de saúde. O autor defende a tese de que a atuação em saúde coletiva tem como atores principais, os profissionais em saúde, e os médicos e alunos de medicina devem desenvolver competências e habilidades para executar os programas de atenção primária. São abordados as ideias e propostas de ensino e serviços; histórico do ensino médico voltado para o social; o mercado de trabalho em saúde; a integração ensino/assistência/ comunidade; o SUS no âmbito da integração ensino/assistência e o perfil médico na atualidade. Leiam o texto e façam seus comentários.

Pobreza, injustiça e desigualdade social

COTTA, R.M.M. et all. Pobreza, injustiça e desigualdade social: repensando a formação de profissionais de saúde. Revista Brasileira de Educação Médica, v. 31, n. 3, p. 278-286, 2007.
Os autores discorrem sobre a formação de profissionais de saúde para responder as demandas da coletividade. Um das questões que norteia a discussão, é a crescente demanda por recursos humanos habilitados a atuar em situações onde a pobreza e a desigualdade são fatores determinantes dos processos de adoecimento. Os autores tentam discutir a necessidade de mudanças na formação laboral em saúde a luz dos princípios do Sistema Único de Saúde.
Leiam o texto e façam seus comentários.

Sociologia médica ou da saúde ou medicina social

MONTAGNER, M.A. Sociologia médica, sociologia da saúde ou medicina social? Um escorço comparativo entre França e Brasil. Saúde Soc. São Paulo, v. 17, n. 2, p. 193-210, 2008.
O presente estudo procurar esboçar a sociologia médica comparativa entre França e Brasil, discutindo as trocas entre sociólogos brasileiros e franceses, que partilham os estudos de um lado da sociologia da medicina e do outro, a abordagem sociológica construída por Pierre Bourdieu. O autor faz uma reflexão sobre o status da sociologia dentro do campo da saúde com base na literatura francesa, norte-americana, inglesa e brasileira.  Após um levantamento dos trabalhos publicados na área médica, os autores procuram esclarecer os modos específicos de abordar a saúde, a doença e a medicina em cada país.
Leiam o texto e façam seus comentários.

Arranjos neocorporativos

RIBEIRO, J.M. Arranjos neocorporativos e defesa de interesses dos médicos. Cad. Saúde Públ., Rio de Janeiro, 9(1):05-20, jan/mar, 1993.
O texto discorre sobre o corporativismo no Brasil desde o surgimento do modelo sindical instituído na década de 30. Com a redemocratização, o movimento sindical passou a conviver com a representação plural de interesses, que refletiu no sindacalismo médico. Por outro lado, o arranjo político decorrente da Constituinte de 1988 consagrou na área da saúde as formas pluripartites de gestão da política pública. O autor discute aspectos conceituais dos arranjos neocorporativos e a sua relevância para a compreensão da política pública em saúde. Leiam o texto e façam seus comentários.

Ocupações supostamente subalternas

SANTOS, L.A.C.; FARIA, L. As ocupações supostamente subalternas: o exemplo da enfermagem brasileira. Saúde Soc., v.17, n. 2, p. 35-44, 2008.
Esse estudo retrata a história da formação de educadores sanitaristas e enfermeiras de saúde pública na primeira metade do séc. XX.  O estudo se apóia na literatura histórico-sociológica que discute o movimento de configuração do campo da saúde pública e o debate sobre a nacionalidade e  constituição de identidades profissionais no campo do cuidar. Ressalta a formação de novas categorias e um modelo de profissionalização baseado na "feminização" da atenção ao paciente e às famílias. Os autores discutem a formação das profissionais e a organização do campo de trabalho com a atuação das visitadoras da Educação Sanitária e da Enfermagem de Saúde Pública e o poder médico.
Leiam o texto e façam seus comentários.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Sociologia da saúde: tema - violência; parte 3

O texto em estudo tem como título: Violência contra a mulher e políticas públicas. Autor Eva Alterman Blay. Artigo publicado na revista Estudos Avançados, 17(49), 2003. A autora faz uma descrição da violência de gênero como um problema mundial e antigo. Descreve o movimento feminista analisando cada momento histórico. Também faz uma análise das organizações não governamentais, dos conselhos e delegacias de defesa da mulher. Reporta com exemplos os direitos humanos e homicídio de mulheres.
A autora reuniu vários dados analisados e expôs de forma objetiva a problemática enfrentada pelas mulheres diante da cultura machista, patriarcal e de subordinação de gênero. Leiam o texto e façam suas reflexões e postem seus comentários.

Sociologia da saúde: tema - violência: parte 2

O texto em análise é uma entrevista com o sociólogo francês Alain Touraine, que comentou a contribuição do feminismo e dos estudos de gênero para a sociologia contemporânea e avaliou o modo como influenciam sua própria obra. O texto de autoria de Miriam Adelman foi publicado na Revista Sociologia Política, n. 23, p.169-174, nov. 2004.
Para Touraine a perspectiva feminista fornece hoje uma perspectiva necessária para a compreensão das relações sociais, culturais e políticas do mundo contemporâneo, a exemplo de autores como Judith Butler, Nancy Chodorow e Monique Witting. Leiam o texto e façam suas reflexões e postem seus comentários.

Sociologia da saúde: tema - violência: parte 1

O texto em análise tem como título: Violência contra as mulheres e violência de gênero. Autores: Cecília MacDowell Santos e Wânia Pasinato Izumino.
O artigo faz uma revisão crítica dos estudos no âmbito da sociologia voltado para a temática violência contra as mulheres no Brasil. As autoras fazem uma análise de como os conceitos de violência contra as mulheres e violência de gênero são formulados e utilizados nos estudos feministas nos últimos vinte e cinco anos. Leiam o texto e façam suas reflexões e postem seus comentários.